segunda-feira, 20 de junho de 2016

Entrevista com Leonardo Otaciano, Por Emidio Penario

Bom dia amigos do blog MARCAS LITERÁRIAS, hoje dia 20 de junho do ano de 2016 início do inverno, e para esquentar esses dias frios, nos da equipe #ML preparamos uma semana recheada de entrevista, resenhas e muito assunto agora envolvendo a pessoa que deu início a esse trabalho majestoso, que abriu os braços e usou do seu tempo para enriquecer nossos dias com muita literatura tanto nacional como estrangeira. E uma forma de agradecemos a essa pessoa iluminada, nossa equipe se uniu sem que ele percebesse de qualquer coisa, e aqui estamos!
Estou falando, nada mais e nada menos do Autor LEONARDO OTACIANO!


E para darmos inicio, preparamos uma entrevista com ele, sem que percebesse que seria para seu próprio blog, estão ansiosos? Então vamos lá!
EQUIPE ML: - Olá tudo bem Leonardo? Prefere que o chamem de Leonardo ou Léo?
Leonardo (Léo): - Olá, tudo ótimo, e com você? Bom, Leonardo é um nome lindo, mas por toda a vida a maioria das pessoas sempre me chamam de Léo, é um nome que já estou mais acostumado.
EQUIPE ML: - Certo vamos lá então Léo, desde já gostaríamos de agradecer por nos dar essa ilustre oportunidade de te entrevistar. Seremos breves prometo! (RS)
Leonardo (Léo): - Vamos nessa, eu que agradeço pelo carinho.
EQUIPE ML: - Essas perguntas que irei te fazer foram minuciosamente elaboradas pela equipe ML!
Qual a importância de dominar o significado das palavras quando se escreve um livro?

LÉO- Ao meu entender ter um bom conhecimento das palavras e conseguir dominá-las é muito importante, não somente na criação de um livro mas também na elaboração de pequenos textos e artigos. As palavras sozinhas já dizem muita coisa e quando juntas transmite de forma clara mensagens que causarão algum sentimento naquele que lê. Se você tiver um domínio sobre elas e conhecê-las intimamente elas serão suas amigas, caso contrário, suas inimigas. É como ouvir uma boa música onde todos os sons e ritmos se encaixam perfeitamente te trazendo a esperada canção. Acho essencial o domínio e conhecimento das palavras e para isso é necessário que se leia bastante e pratique a escrita, a narração precisa ter musicalidade quando se escreve.

Sabemos que o autor ao escrever um livro tem uma pretensão. Qual foi a sua ao escrever Gabriel, a Ladeira, o Pimenta?

Léo- Eu sou admirador das pessoas humildes, que em meio a uma sociedade desigual luta bastante para conquistar seus objetivos. Muitas dessas pessoas vivem em comunidades e morros de diversos lugares do país. Eu quis enfatizar de uma maneira menos dramática — além da empolgante aventura que todos os leitores encontrarão —, um pouquinho desse dia a dia delas. É um livro que aborda a entrada de jovens para o mundo marginal, mas não mostrar somente os temas ''droga e crime'', quis retratar que mesmo em meio a vida difícil que muitos levam, há como sorrir, há como usar de bons valores morais e estampar para as autoridades a grandeza da igualdade humana.

Percebe-se que além de escritor também é um leitor ativo. Para você qual a importância da leitura?

LÉO- Pra mim a leitura é uma base muito forte para o nosso conhecimento, pois o adquirimos de forma direta quando lemos, mesmo que sejam pequenas histórias sem mensagens reflexivas, filosóficas ou históricas. Ler é ativar e expandir o centro de comunicação entre três elementos, você, o seu raciocínio e o mundo. A importância da leitura vai muito além da simples abertura de imaginação. Quando se lê desde pequeno, se cresce muito mais preparado para encarar o mundo com desembaraço.

Quais elementos você usa para compor os personagens de seus livros?

LÉO- Sou um cara que gosta de observar e estudar e sempre que começo uma história penso logo nos personagens, eles não são obrigatórios na composição da narrativa, mas muito importantes para dar autenticidade para ela. Gosto de deixá-los os mais reais possíveis e para isso não os crio como pessoas perfeitas, pois estas não existem. Às vezes eles terão medos, serão mentirosos, agirão com crueldade, serão indelicados, zombarão da desgraça alheia... Isso é jogar com a realidade. Criar personagens que surpreenderão os leitores é algo que gosto.

O livro Loui, O Palhaço Medonho, você escreveu junto com seu filho. Como aconteceu o processo "pai e filho" na escrita?

LÉO- Esse foi um dos livros que mais gostei de escrever — se não o mais — pois o processo na criação foi simétrico. Eu nunca imaginei que tudo pudesse dar tão certo. Não houve cobranças [de e para] nenhuma das partes e isso fez o desenvolvimento com o Matheuz ser muito rápido. O garoto é um ótimo roteirista, tem ótimas idéias e uma mente que sabe inovar. Combinei com ele que faríamos algo com uma escrita bem informal, sem nos importarmos com tanta técnica e que falaríamos sobre temas pesados quando preciso. O interessante é que a resposta dele foi ''Okay, era isso mesmo que eu ia dizer''. Então, não posso reclamar de nenhum momento daquele outubro de 2015, só espero que a nossa continuação não demore a sair, ainda estou empolgado para isso.

Baseado nas regras de vários autores, você pesquisou o público alvo antes de escrever?

LÉO- Essa pesquisa não é prioridade quando penso em uma história. Obviamente é necessário sim saber para quem iremos escrever, mas comigo pelo menos isso só acontece depois que a história já está bem adiantada, com ressalva para minhas histórias do gênero infanto juvenil, que antes mesmo de começar já tenho a cautela de saber escolher as palavras, pois não posso me dirigir a esse público falando de qualquer jeito.

O que é Deus pra você? Você tem alguma religião? Você é uma pessoa religiosa?

LÉO- Ótima pergunta e muito interessante também. O engraçado — ou não — é que muitas pessoas, talvez todas, falam o nome de Deus todos os dias, mas não param para pensar o que realmente Ele é para si próprios. Para mim Deus é O Ser Maior, é paz, é o Centro do Universo, é o Governo Central da Terra, O Pai de todos — mesmo em controvérsias. Falando em controvérsias também sou um cara questionável quanto à religião. Tenho as minhas crenças e sou fiel a cada uma delas, mas não sigo essa ou aquela, não sou religioso. A minha postura intelectual e moral não é resultado das minhas crenças e é bem aí que entram as contestações, mas enfim, substanciando tudo, digo que acredito em muitas coisas que já vi, senti, ouvi ou até mesmo desconheça, mas prefiro seguir meus próprios passos terrenos.

Como foi o seu início na carreira de escritor? Quais as dificuldades que você encontrou ao entrar nesse ramo tão competitivo?

LÉO- Tenho esse sentimento desde pequeno, talvez desde os sete ou oito anos, época em que eu escrevia e já pensava em ter um livro com o meu nome bem grande estampado na capa. Quando adulto, quis adentrar a esse cenário e vi que a profissão, assim como muitas outras coisas na vida, não é tão justa assim. O início foi como o da maioria, eu escrevi pra mim, guardei o material e só resolvi mostrá-lo algum tempo depois, primeiro para os amigos e familiares, depois para as outras pessoas. Fui bem recebido por blogueiros que se empenharam nas divulgações e críticas, tanto positivas como negativas, e aos poucos a minha primeira história foi germinando. Até hoje existem muitas dificuldades que, às vezes, até desanimam, admito, mas o amor pela escrita sempre vem em primeiro lugar. Vejo que a exigências por uma boa escrita, estrutura e enredo são altas — o que de certa forma te faz querer melhorar ainda mais —, assim como a busca por uma casa editorial que te deixe bem tranquilo e lhe traga confiança e respeito. Mas aos poucos as coisas estão mudando para a melhor.

Qual o seu maior sonho pessoal fora da literatura?

LÉO- Eu ainda tenho muitas metas a conquistar, uma delas é me formar em educação física. Quando ganhar coragem para enfrentar a faculdade por alguns anos, estarei lá, acreditem, sou imprevisível.

Como é a sua relação com seu filho? Ele pretende ingressar nesse ramo da escrita?

LÉO- A relação com ele, embora afastada, é muito boa, o tempo que temos juntos é usado da melhor maneira possível para firmar ainda mais os laços de confiança e amizade. Sobre ser escritor, deixo aqui as palavras que ele me disse ao terminar o livro do Palhaço: ''Não sou escritor, mas quero escrever mais sobre o Loui... Mas sozinho não, com você''.

Fale-nos um pouco da situação política em nosso país? Você acredita que o nosso país ainda tem solução ou essa é uma situação irreversível?

LÉO- Não sou nada político mas é inegável que mesmo a contragosto a política nos cerca de algum lado. O que vemos hoje no Brasil não é produto de ações presentes, é efeito de atos antigos. Dizem que as pessoas gostam de acentuar somente as desgraças esquecendo-se de apontar os frutos. Bom, vamos lá... Que tal vocês me dizerem sobre a segurança na cidade de vocês? E a saúde, como está? Educação vai bem? Transporte? Habitação? Saneamento? Emprego? O que me dizem sobre isso? Garanto a vocês que pelo menos em duas dessas opções vocês pararam para pensar em como de fato, estaria tal área em suas cidades. O Brasil hoje não precisa ser comentado, a gente já o vê! Na década de 80, garantiram mudanças. Em 90, sob um novo governo prometeram melhorar isso e aquilo, abaixar aqui e acolá... Em 2016 eu ouço isso tudo de novo. Na verdade, os que se assentam nas cadeiras governamentais não chegam a um consenso que estabilize o país nas áreas mais preocupantes. Se a situação é irreversível? Se fosse reversível não teria chegado a esse ponto certamente, mas acredito que haja alguma forma de retardar a decadência. Sou um pouco irônico para tratar de política, mas essa é a minha visão.

Como escritor, qual sua visão sobre a literatura atual no Brasil?

LÉO- Estamos progredindo, aos poucos, mas estamos. O cenário editorial começou a ganhar novos líderes capacitados que estão acolhendo muitos autores e, conseqüentemente, atraindo um público grande de leitores de várias idades. Claro que ainda recebemos respingos dos reflexos ruins dos anos anteriores, mas vejo uma galera grande trabalhando em prol da nossa literatura atualmente. O quadro não vai mudar num piscar de olhos nem tampouco se tornar o melhor se comparado a outros países, mas tanto leitores quanto autores, editoras e propagadores estão se empenhando mais do que antes. Faço parte também dessa gama de propagadores e trabalhando um pouquinho do lado de cá, junto a outros incentivadores admiráveis, posso passar a vocês, por experiência, que estou gostando do que vejo. Apesar do velho e idiota preconceito contra a literatura nacional — que ainda existe e às vezes até ultrapassa o nível de aceitação e compreensão —, vi muita coisa surgir e realmente dar certo. Fico muito feliz quando vejo essa evolução entre os amigos literários brasileiros.

Soube que é pai e inclusive que lançou um livro com o seu filho, qual sua relação com ele quando o assunto é livros e leitura?

LÉO- Eu procuro incentivá-lo cada vez mais. Além dessa, outra pergunta muito freqüente que fazem para mim é: ''Poxa, teu filho deve ser fera em redação, hein?''. Não é bem assim que as coisas são. Apesar de inteligente, ele não é um leitor freqüente e sabemos que para se escrever bem devemos praticar além da escrita, a leitura. Eu não imponho a ele a prática de ler, apenas o estimulo através de meios didáticos que fazem o seu gosto. Ele gosta de ler principalmente quando estou lendo também. Aí fica ele de um lado e eu do outro, cada um com o seu livro. Às vezes essa motivação por parte dos pais não acontece nos lares e muitas crianças e adolescentes acabam não criando o hábito pela leitura. Não devemos obrigá-los, sim atraí-los, há muitos livros produzidos para esse meio.

Você tem um blog, como surgiu a ideia de criar esse blog e por quê?

LÉO- Criei o blog em 2011 para escrever as minhas poesias. No início o nome era outro, assim como o objetivo, que não era tão claro ainda, inicialmente a ferramenta armazenaria somente coisas minhas e mesmo que ninguém as lesse, elas ficariam lá. Depois percebi que era um pouco egoísmo ter um espaço meu e me prender somente a coisas minhas, tive então a ideia de começar a expor trechos de livros, frases e sabedorias de escritores que de alguma forma chamavam a minha atenção e me conquistavam. Quando me dei conta, o blog já tinha seguidores e eu estava fazendo a minha primeira resenha, a valer. ''Charlotte Sometimes'', conto fictício de Fábio Fernandes. A partir de então eu vi que ajudar na divulgação e apoiar outras obras nacionais era tão gostoso quanto escrever meus livros; e não, eu não me importo se me envolvo demais com as obras dos amigos parceiros e pauso um pouquinho as minhas. Esse processo, além de tudo, me traz muito conhecimento, faço com satisfação.

Deixe uma mensagem de incentivo para aqueles que querem começar a escrever.

Galera haja o que houver, se querem mesmo escrever, não sejam fracos, utilizem aos seus favores toda essa magia que lhes envolve na imaginação de suas histórias. As lutas não encontraremos somente nas ficções, elas fazem parte da vida e é delas que extraímos o nosso melhor. Críticas são necessárias para a edificação. Saibam que, vocês escrevem um livro não somente para os seus fãs, mas também para aqueles que não os admiram. Eles vão falar e repetir diversas vezes que vocês não são capazes, mas vocês, espertos que são, entenderão isso como uma motivação. Parece aquelas frases de autoajuda, não é? Mas, não importa que seja! O importante é vocês não se desviarem de um caminho só por haver dificuldades. Se querem crescer, enfrente-as. Espero por todos vocês na próxima esquina literária e não precisam trazer lápis e folhas, tragam somente as suas ideias geniais, e o mais, a gente vai praticando, progredindo e prosperando. Valeu?

Quais foram todos os livros que já lançou? E quais estão em projeto de lançamento?
LÉO- Já publiquei até o momento, 6 títulos: ''O Eterno Menino'' — infantojuvenil (abril, 2013); ''Gabriel, a Ladeira, o Pimenta'' — infantojuvenil (fevereiro, 2014); ''Mistério na Casa da rua Severin, volume 1 - A História dos Desconhecidos'' — suspense sobrenatural (novembro, 2014); ''Benjamin Litter'' — romance (junho, 2015); ''Loui, O Palhaço Medonho & Outros Contos Sombrios'' — terror (outubro, 2015); ''Mistério na Casa da Rua Severin, volume 2 - O Retorno ao Solo Maldito'' — suspense sobrenatural (janeiro, 2016). No momento escrevo um romance em parceria com a autora Érica Christieh, um young adult que trará assuntos voltados a violência contra mulheres e crianças, e a escassez de água em regiões do Brasil que por enquanto mantenho um título provisório de ''Até que dia você vai ficar?'' e o último volume da trilogia ''A Rua Severin'', que será intitulado de ''Último Recanto dos Espíritos''. Além disso, Matheuz e eu já começamos a conversar sobre um livro exclusivo para o nosso queridinho, o Palhaço Loui. O conto principal do opúsculo ''Contos Sombrios'' ganhará uma continuação individual, ainda sem título planejado. Há poucas semanas comecei a pensar também em um novo romance e outros dois livros de contos — um de terror, outro de assuntos diversificados com um autor parceiro e amigo. Indo além, afirmo haver mais surpresas, basta que fiquem no aguardo.

Galera, haja o que houver, se querem mesmo escrever, não sejam fracos, utilizem aos seus favores toda essa magia que lhes envolve na imaginação de suas histórias. As lutas não encontraremos somente nas ficções, elas fazem parte da vida e é delas que extraímos o nosso melhor.” – LÉO OTACIANO

EQUIPE ML- Léo Muitíssimo obrigado por essa entrevista, e por nos proporcionar um momento de puro conhecimento de sua parte!
Leonardo ( Léo) - Um forte abraço a todos vocês. Aos idealizadores, o meu muito obrigado também. É uma satisfação fazer parte disso tudo. Vocês fazem a diferença.

Gostaram da entrevista? Espero que sim, e ao nosso querido amigo LÉO fica aqui o nosso muito obrigado por ser uma forte ferramenta no incentivo da leitura e da arte de ler e escrever, somos seus eternos aprendizes, que seus passos continuem firmes nesse caminho ao qual escolheu.
E caros amigos do Marcas Literárias, fiquem ligados ainda nesta semana pois haverá muita coisa do nosso amigo escritor LÉO OTACIANO. Fiquem ligados e um forte abraço!

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5 comentários:

  1. Adorei a entrevista, parabéns à equipe ML. Gostou da surpresa mano? As perguntas foram elaboradas pela equipe do ML, e cá pra nós foram muito bem elaboradas, as respostas do Leonardo foram sensacionais. Forte abraço à todos.

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    1. Cara, valeu, adorei tudo isso. Pelo jeito a programação vai ser longa. Saber que tiraram um tempinho para voltarem suas atenções a mim, é muito gratificante.

      As perguntas da galera estão excelentes e a publicação ficou TOP.

      Abraços e novamente, muito obrigado.

      :)

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  2. Nossa, estou realmente surpreso, não imaginei que vocês estavam fazendo a entrevista para ser postada aqui no blog, muito obrigado!

    Quando dizem que são meus eternos aprendizes, me dá mais vontade de continuar envolvido com a literatura e faz entender que as ações estão valendo à pena. Escrever, incentivar e divulgar é muito importante, faço com muito amor. Obrigado a todos, vocês fazem parte de tudo e fazem a diferença nesse cenário junto com tantos outros.

    Conseguiram me deixar bem feliz.

    :)

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  3. Quero agradecer enormemente ao meu querido amigo Emidio , por fazer isso dar certo, peça de extrema importância , ao meu amigo Luciano Otaciano, por contribuir com as perguntas, e dizer simm, pra mim. E um agradecimento enorme ao meu pequeno grande Michael, pois foi através dele que a postagem aconteceu, valeu parceiros!
    Percebi que de fato a escolha do grupo de colaboradores só tem fera, cada um com suas especificidades e encantos. Adorando está entre os melhores.
    Quanto ao nosso homenageado, devo declarar-me uma fã do trabalho dele, assim como os demais do grupo, penso que todos devem sim adotar um escritor, compartilhar curtir e apresentar ao povo o que este faz de melhor.
    Adorei a entrevista, pelo visto o entrevistado se e sentiu a vontade, pois a s respostas casaram direitinho com as perguntas.
    Linda entrevista Léo! Parabéns aos dois, entrevistado e entrevistador. :-bd

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    1. Querida Geh, grato pelos elogios,grato pela organização da surpresa. Quando escrevemos buscamos encontrar leitores que se encantam com a nossa história, que se encontrem nela e que marquem suas vidas com ela. Saber que estou indo pelo caminho certo me deixa feliz. A minha admiração por todos é recíproca, muito obrigado. Vocês conseguiram me surpreender e alegrar.

      Beijos. Essa equipe é sensacional. Vocês são os melhores.

      =D7 =D7

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:) :( ;) :D :-/ :P :-O X( :7 B-) :-S :(( :)) :| :-B ~X( L-) (:| =D7 @-) :-w 7:P \m/ :-q :-bd