quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Bate-papo com o talentoso Alan Borges, autor do livro ''Meu Amiguinho do Espaço''

Olá amigos, tudo certo? Hoje eu abro as portas para receber mais um autor nacional no estúdio virtual de entrevistas do Marcas Literárias. Já repararam que o blog entrou no clima espacial? Lhes convido a entrarem também nessa grande nave e apreciarem a beleza do Universo daqui de cima, esfera que o querido autor Alan Borges apresentou em seu último livro publicado, ''Meu Amiguinho do Espaço'', obra já apresentada aqui no blog. O autor ainda presentou a gente com uma linda poesia feita enquanto respondia as perguntas da galera. É isso mesmo, um bate-papo super tranquilo e ainda uma poesia exclusiva, inédita, do autor.

Nesse clima cativante e belo, a galera do Marcas Literárias vai conversar com esse autor da Chiado Editora e invadir um pouquinho as suas ideias, entrando nesse espaço saudosista que o próprio carrega ao retratar com infinita ternura momentos únicos da nossa infância. De um jeito humilde e verdadeiro, Alan Borges passa algumas dicas legais e informações sobre futuras obras além de expor a sua felicidade em fazer parte do meio literário nacional. É com grande prazer que começo a entrevista, relembrando um trecho do seu excelente livro ''Meu Amiguinho do Espaço''.

''Mantenha sempre a humildade. Seja humilde como a estrela mais magnífica do seu sistema solar, o Sol, ela é extremamente encantadora e cintilante, está sempre a sorrir com toda a sua energia, que é imensa. Ela sempre está lá, fixa no espaço disponibilizando parte de sua energia com toda a sua humildade para iluminar com graciosidade o planeta dos humanos... Nunca desista. Sua força de vontade deve ser infinita, assim como o Universo.''


Compre ''Meu Amiguinho do Espaço'' nas livrarias:

Links relacionados:

Fiquem por dentro de todas as novidades do autor:

Eu sempre tento passar mensagens de reflexão... O autor(a) deve se entregar à sua obra, vivê-la, degustá-la e respirá-la, escrever com empenho, dedicação, paciência, amor, e por que não, diversão?

1- Olá meu amigo Alan Borges, tudo bem? É uma honra tê-lo aqui no Marcas Literárias. Eu e o Luciano, um dos integrantes do blog, o recebemos com muito apreço. Seja bem-vindo.

Alan Borges: Olá Léo, tudo bem, sim. A honra é minha. É um imenso prazer estar aqui no “Marcas Literárias”. Um grande abraço a você e ao Luciano, e a todos os integrantes do blog.

2- Bom, vou começar o nosso bate-papo como normalmente começo as entrevistas aqui no blog. Nos diga, quem é Alan Borges? Como você se define, tanto no meio literário quanto na vida pessoal?

Alan Borges: Bom, no que se diz respeito ao meio literário, eu sou apenas um mero escritor que ainda é muito verde neste mundo, ainda aprendendo a dar os primeiros passos, ainda engatinhando e buscando gradativamente um espaço entre os escritores nacionais. Na vida pessoal, eu sou um mero ser-humano cheio de sonhos e objetivos a alcançar. Uma pessoa simples, tranquila e determinada. Feliz pelos familiares e amigos que tenho.

3- Como você adentrou ao universo literário? Este é um gosto que te acompanha desde os tempos de infância? Nos conte um pouco sobre isso.

Alan Borges: Nunca tive muito contato com os livros literários (lia mais os livros técnicos). Quando criança eu apenas li alguns, muito pouco mesmo. Lembro-me que eu lia algumas revistas em quadrinhos que meu pai comprava para mim, possuía algumas da turma de “Nosso amiguinho” e quatro livros que continham uma estória por dia, eram da “Disney”, a cada dia tinha uma estória a ser contada, era mais ou menos isso. Também li um livro quando eu era da quinta série, lembro-me que eu morava em Recife e estudava no colégio decisão do bairro da piedade. A escola havia o passado para lermos e efetuarmos uma prova. Se chamava: “Molecagem”. Bom, foram muito poucos os livros que li durante minha infância, então, não posso dizer que este é um gosto que me acompanha desde a infância (estaria sendo não-verdadeiro se o fizesse). Na verdade, eu entrei neste universo, um pouco tarde (aos 32 anos). Senti uma vontade enorme de escrever quando era adolescente, lembro-me que tive um professor de redação em um dos cursos técnicos que havia feito no Senai, ele conversava de algum modo comigo e me incentivava a escrever, mas a intensificação dos estudos e a necessidade de trabalhar obliteraram e retardaram completamente o início de minha escrita. Mas pretendo recuperar este tempo que fiquei de fora das quatro linhas do campo da literatura. Pretendo ler mais livros, estudar um pouco mais, melhorar minhas técnicas para que possa, no futuro, escrever livros melhores.

4- Já tive a oportunidade de ler dois de seus livros e confesso que me encantei, tanto por sua escrita, quanto pela estrutura incorporada ao enredo que transmite acima de tudo, muitos ensinamentos. Pra você, qual a importância do uso de mensagens nos livros? Você acha que um livro pode transformar realmente o interior das pessoas a ponto de mudar seus comportamentos?

Alan Borges: Ah, muito obrigado. Fico contente que tenha gostado. Bom, na verdade, eu acho interessante quando dentro de uma estória há mensagens (diretas ou não). De uma certa maneira, pelo menos, em minha opinião, eu acho que devemos através da estória, tentar passar algo de bom, algo de proveitoso para os seus leitores, acho que isso pode vir a enriquecer ainda mais a obra. Eu sempre tento passar mensagens de reflexão, ao meu ver, como dito anteriormente, além de ser proveitoso para quem ler, ainda enriquece um pouco a estória, porque é sempre bom quando lemos livros e tiramos algo de bom deles, seja mensagens de reflexão, mensagens de ensinamentos, dentre outras. O livro é a ferramenta que nos aproxima dos leitores, então por que não aproveitarmos dela para além de construir a estória em si, passar uma mensagem bacana? Que seja proveitosa de uma certa forma? Bom, quanto a mudança de comportamento, isso é bem relativo. Isso dependerá altamente do caráter de cada um. Mas se tratando das crianças, acredito que se possa mudar esse comportamento com mais facilidade (ainda mais se a criança tiver um bom acompanhamento dos pais durante a leitura).

5- Você é um autor que preza demais a interação e atenção com os mais jovens, isso fica claro não somente pelo gênero literário que escreves mas também pelo teor educacional e familiar encontrado nas suas histórias. Como foi o processo de criação de ''Minha Prima Chata'' e ''Meu Amiguinho do Espaço''? Você inspirou-se em acontecimentos pessoais e pessoas reais para desenvolver estes enredos tão belos?

Alan Borges: Mais uma vez te agradeço pelas belas palavras (risos). Bom, no caso de “Minha prima chata”, eu aproveitei alguns acontecimentos que passei e vivenciei, no entanto, eu realizei uma mescla de acontecimentos realísticos e fictícios. Nem tudo que está na obra eu exatamente vivenciei, presenciei ou executei, fiz uma mescla. Por exemplo: Os meninos Bobinho e Têteco realmente existiram em minha vida, éramos amigos, grandes amigos. Os jogos de botões, as brincadeiras de bolinha de gude, as brigas na escola também existiram, dentre outros acontecimentos que ocorrem na estória, mas nem tudo exatamente aconteceu, ou seja, uma mescla. Tenho que ser franco e admitir que, eu não tive nenhuma prima como a “Cristina”, mas conheci uma garota igual a ela (no auge de meus doze anos de idade). E assim, como qualquer personagem, existem pessoas que gostaram da Cristina e outras não, algo perfeitamente normal. Quanto ao “Meu amiguinho do espaço”, livro que eu já estava na cabeça quando ainda escrevia “Minha prima chata”, admito que sempre gostei muito sobre assuntos que dizem respeito aos óvnis, então, decidi criar uma estória onde houvesse um, mas não de uma forma direta, queria um modo mais mágico, daí surgiu o meu amiguinho de outra galáxia.

6- Como é escrever para o público infanto juvenil? Qual o sentimento quando você interage diretamente com as crianças e adolescentes em eventos e escolas e também ao ver esse público lendo suas histórias?

Alan Borges: É uma sensação incrível. Existem muitas delas que ficam pedindo pela continuação de “Minha prima chata” (algo que ocorrerá, pelo que a estória é uma trilogia). Outras falam que têm ou que queriam ter um amigo imaginário, como o Óvni. Tudo isso é muito gratificante.

Toda vez que faço uma apresentação em alguma escola, o resultado é muito positivo, eles interagem contundentemente, comentam, fazem perguntas, ficam atentos enquanto falo sobre o livro, ficam tão atentos que até parecem adultos (risos). Isso é inteiramente gratificante.

7- Qual a sua marca literária? O que jamais faltará em suas obras? Você pode dar uma dica preciosa para aqueles que pensam em escrever?

Alan Borges: Bom, acho que a narrativa suave. Sempre procurarei colocar mensagens nas obras (de uma forma ou de outra). Bom, quanto a dica, eu não sei se tenho tanta credibilidade para fazer, visto que sou muito novo neste mundo, como disse anteriormente, estou engatinhando ainda, almejando um lugar sobre o solo literário. Mas, falando como um mero iniciante na literatura, transmitindo a minha verde opinião até o momento, eu acho que o autor (a) deve se entregar à sua obra, vivê-la, degustá-la e respirá-la, escrever com empenho, dedicação, paciência, amor, e por que não, diversão? Acho que é importante uma boa dose de diversão enquanto se escreve.

8-  Olá Alan, sou Luciano, integrante do Marcas Literárias, como vai? Gostaria de saber quais são as suas influências literárias? Você tem um (a) escritor (a) favorito (a)?

Alan Borges: Olá, Luciano. Tudo bem, obrigado. Espero que esteja bem. Com meus melhores cumprimentos. Bom, minha influência ainda é bem pequena, devido a minha juventude neste mundo, contudo, já possuo alguns escritores, os quais tenho adquirido enorme apreço. Gosto muito, muito mesmo do “José Mauro de Vasconcelos”; “Augusto Cury”; “Antoine”; “Lewis”; “Markus Zusak”; “John Boyne”; “Khaled Hosseini”.

9- Além de ler e escrever, quais seus hobbies? O que costuma fazer para se distrair?

Alan Borges: Eu tinha um hobbie de tocar guitarra, mas não o faço mais (quando comecei a estudar engenharia e outros cursos, tive que abandoná-la), embora ainda escreva músicas (é um hobbie que ainda carrego comigo). Atualmente, meus hobbies são bem simples e pouquinhos: Gosto de escutar músicas, assistir desenhos e filmes, faço academia, gosto de assistir shows orquestrados, gosto de clubes, praias, pegar a estrada.


O autor praticando um de seus hobbies.

10- Como foi o seu início de carreira como escritor? Teve dificuldades em publicar o seu primeiro livro? Aproveite e nos diga a sua visão sobre o mercado literário nacional atualmente.

Alan Borges: Bom, meu início foi tardado devido às circunstâncias de minha vida (comecei finalmente aos 32 anos). Acho que não é difícil publicar um livro, o principal obstáculo é torná-lo visível ao público, promovê-lo, vendê-lo. O Brasil possui excelentes autores, com excelentes obras (não estou me incluindo nesse enquadramento) e precisam de uma melhor atenção, uma atenção mais ampla, mais cuidadosa. 

11- A literatura nacional vem crescendo nos últimos anos. Para você, o que precisa melhorar para que ela se firme de vez como sendo uma nova realidade no Brasil?

Alan Borges: Bom, na minha opinião, eu acho que a literatura nacional precisa de uma promoção mais intensa, uma divulgação mais aguda, uma atenção mais ampla, um trabalho mais árduo (editora / autor / livraria) necessita ser realizado para que as editoras e livrarias possam ampliar suas vendas e os autores possam ter suas obras reconhecidas, até mesmo lá fora.

12- Fala Alan, Léo de novo por aqui. Qual o seu maior sonho?

Alan Borges: Meu maior sonho, é de um dia poder fazer algo em prol da humanidade. Não estou falando em meio ao mundo literário, mas sim, em um modo geral. Como me disse um dia, o meu amigo escultor, que habitava em um mundo mágico, um mundo especial: “Você não pode só respirar, precisa viver, tem de fazer alguma coisa, algo grandioso, algo em pró do mundo. Não deve vir a Terra e apenas respirar”. O meu maior sonho é fazer, um dia, algo incrível, que beneficie o mundo, a humanidade. Este é o meu maior sonho.

13- Como é o seu processo de escrita? Você tem alguma mania? Traça parâmetros para o desenvolvimento ou deixa a história te levar por conta dela? 

Alan Borges: Bom, eu possuo manias, sim. Primeiramente, eu decido sobre o que quero escrever, depois começo a escolher os cenários, faço uma lista sobre todos os acontecimentos que pretendo colocar na estória, depois começo a criar os personagens, tanto fisicamente como interiormente. Mas é claro que, mesmo com tudo isso, quando você começa a escrever, sempre aparece uma modificação aqui ou ali, uma troca de acontecimento, uma troca de fala, ou um acréscimo da mesma, algo inesperado sempre ocorre, isso é prontamente normal. Mas, sigo sempre esta linha de parametrização.

14- De seus personagens, qual o seu preferido e, por quê?

Alan Borges: Bom, eu gosto muito do Marcelo. Gosto do narrador do “Meu amiguinho do espaço” e do Óvni, gosto do robozinho que se chama “Jajá”. Mas acho que o que mais admiro até então é “Luke Miller” por toda sua limpidez, tão bom se o mundo fosse tomado por pessoas como “Luke Miller”.

15- Estes são realmente admiráveis personagens, Alan. Prosseguindo... e sobre suas obras, qual delas mais te fascina? Conte um pouco sobre ela para o pessoal.

Alan Borges: Essa é uma pergunta bem difícil (risos). Acho que “Meu amiguinho do espaço”, por ser a obra mais recente publicada, pela suavidade e maciez da narrativa, pelas reflexões, reflexões divertidas mesclada com alguns ensinamentos técnicos, referentes a física do universo, a maneira geral que o livro aborda alguns assuntos sobre a simplicidade do bem viver (viver é absolutamente fácil, mas nós humanos, complicamos tudo), enfim, acho que este livro (claro que ele não é um livro perfeito) me encanta.

16- Bom, vamos aproveitar e entrar rapidinho no tema política? Se fosse para intitular a atual situação que o nosso país se encontra, como você a chamaria?

Alan Borges: Precisamos nos unir.

17- Sobre os novos trabalhos, o que vêm por aí? 

Alan Borges: Bom, eu tenho um conto bem interessante que se chama “O País de Nala” e se passa durante o período da segunda guerra mundial, apesar de ser um conto, ele é bem triste. O seu esqueleto já está terminado, mas preciso ajustá-lo. Acertar pequenos detalhes. Acredito que no início de 2017 eu termine todos os ajustes. Tenho um romance - drama que se chama “Luke Miller”, este livro tem quase 600 páginas e se passa em Houston / Texas. Tenho outro romance que envolve inteligência artificial, este se passa no Japão e Inglaterra / Manchester. Outro romance que se passa na Bahia e Sergipe, e mais um que acontece durante a segunda guerra mundial, na Polônia.

O autor em sua noite de autógrafos.

18- Uau! Quantas coisas boas virão, hein! Isto é ótimo! Agora vamos para o momento ''NA LATA'' do nosso bate-papo. Eu pergunto e você responde de forma curta cada um dos itens. Vamos lá:

- Um livro nacional: Meu pé de laranja lima.
- Um livro estrangeiro: O pequeno príncipe.
- Um filme: O labirinto do fauno.
- Um super-herói: Homem de ferro.
- Educação: Uma das variáveis fundamentais na vida de um humano.
- Fãs: Bom, eu acho que não possuo, entretanto, me esforçarei para tê-los no futuro.
- Brasil: Passamos por um momento muito delicado.
- Um sentimento agora: Esperança (em todos os aspectos).
- Uma frase: Viva dignamente.

19- Ótimas respostas meu amigo e saiba que sou um grande fã de sua pessoa e de sua escrita. Falando nisso, sua escrita é graciosa e transmite um ar poético em diversos momentos. Essas características encantam e tornam a leitura de suas histórias bem tranquilas. Seria pedir demais que você criasse um pequeno fragmento poético inédito para o Marcas Literárias?

Alan Borges: Ah! Claro (risos). Não sei se agradará, mas aí vai:

A EXTRAORDINÁRIA BELEZA

Há quem diga que sou injusta, e talvez, até cruel.
Há quem diga que sou dura, muitas vezes, egoísta. 
Há quem diga que sou amarga, muitas vezes, indelicada.
Dizem que sou cheia de obstáculos. 

Alguns dizem que sou monótona, outros, efêmera.
Para alguns eu sou bela, maravilhosa... 
Para outros sou ridícula.
Já vi muitos... que carreguei nos braços... arremessar-me palavras torpes.
— Ah! Isso me deixa profundamente triste.

Não sou culpada pelos erros humanos...
Eles sempre me culpam por tudo. 
— Isso me dói tanto, chega a ranger minha alma...

Mas não os desejo mal por isso. 
Ao contrário, eu os amo. 
Como amo os humanos...
Carrego cada um em meus braços. 
Alguns carrego por muito tempo (eles recusam-se a me abandonar).
Outros... escapam para fora dos meus braços precocemente... (Não me sinto confortável quando isso acontece).

Ah, eu existo há muito tempo, desde que tudo existe. 
Existo em diversas formas.
Vários formatos...

Já presenciei muitas coisas acontecer. 
Já vi tudo que se possa imaginar... 
Então, por favor, confiem em mim. 

Posso afirmar com toda convicção possível que...
Não sou injusta, nem cruel, não sou dura, tampouco egoísta. 
Não sou amarga nem indelicada, talvez eu seja mesmo cheia de obstáculos. 
Mas isso faz parte de mim...

Sou bela e maravilhosa, 
Pois sem mim, vocês sequer existiriam (não estou sendo convencida ao dizer isso). 
Mas por favor, não me chamem de ridícula.
Não me arremessem palavras torpes, pois... 
Os carrego em meus braços... com tanto esmero... 
Não me deixe profundamente triste.
Não posso ser culpada pelos erros que cometem.

Vivam em harmonia.
E sempre levem um sorriso no rosto (não há nada mais fantástico do que um sorriso no rosto).
Amem de verdade... sem vaidade... (os vaidosos não são totalmente felizes). 
Sejam justos, tolerantes e compreensíveis... 
A falta destas variáveis pode causar grandes danos, 
Assim como os vulcões causam quando entram em erupção.
Assim como as placas tectônicas causam quando entram em desnivelamento.

Não sejam sem objetivos, como os preguiçosos.
Estes não alcançam algo extraordinário.
Há muito que queria lhes falar, mas precisaria de muitas páginas, e este, é apenas um mero e pequeno poema.

Agora, tenho que apressar-me...  
Para ser mais precisa, tenho que finalizar o meu discurso.
Então, o meu último suplico:  

Vivam dignamente...
Pois isso é muito grandioso e me enche de alegria. 
Ah, me desculpem, onde estão minhas boas maneiras?
Esqueci de apresentar-me.
Eu sou a VIDA...

Alan dos Santos Borges.

20- Olha só, que bela composição. Nós do blog e todos os seguidores agradecemos por esse presente. Para finalizar, deixe sua mensagem para os seus fãs, amigos, admiradores e para a galera do blog. O que você tem a dizer para o público agora?

Alan Borges: Bom, primeiramente gostaria de agradecer ao “Marcas Literárias” pelo espaço concedido, por me dar a oportunidade de apresentar um pouquinho sobre minhas obras publicadas e futuras, agradeço imensamente, um grande abraço a toda equipe. Gostaria também de agradecer às pessoas que vem acompanhando o meu trabalho (apesar de eu ser muito verde ainda) e me apoiando, muito obrigado mesmo. Agradeço aos amigos que vem me apoiando também e me incentivando a continuar a escrever, aos familiares, enfim, um agradecimento especial a todos. Bom quanto a frase, acho que é bem clichê, contudo, de vital importância para o alcance dos objetivos de cada um. “Acredite em si mesmo”.

21- O Marcas Literárias e os demais, agradecem a sua presença e atenção. Foi uma honra recebê-lo por aqui e conhecer um pouquinho mais sobre essa grande pessoa e talentosíssimo autor que és. Em nome de todos, o parabenizo por suas obras e conquistas. Estaremos no aguardo de novas histórias e continuaremos acompanhando o seu crescimento. Abraços, querido amigo. 

Alan Borges: Imagina, a honra é inteiramente minha. Muito obrigado mais uma vez, por ter me concedido a grande honra de estar aqui ao blog “Marcas Literárias”. Muito obrigado pelas palavras, foi um grande prazer estar aqui. Deixo aqui a minha palavra de sempre enviar uma obra nova publicada ao blog. Um grande abraço ao Luciano, a você, Léo, a todos que fazem parte do blog e a todos que acompanham o Marcas. Um grande abraço, querido amigo. Estarei à disposição, sempre!

●●●

Gente, que bate-papo mais legal foi esse, hein? Eu adorei conversar com o Alan Borges e conhecer um pouquinho mais desse cara tão bacana e cheio de ideias. Tenho certeza que ainda o veremos tendo o devido reconhecimento. Este é mais um dos autores que compõem o timaço dos amigos e parceiros do Marcas Literárias.

Mas, e vocês, o que acharam? Deixo aqui as portas abertas para os comentários de todos e aquele forte abraço.



Comente com o Facebook:

6 comentários:


  1. Nossa! Estou sem palavras pela entrevista. Quero parabenizar o Alan, por ter dado a oportunidade de conhecê-lo, um pouco mais. A entrevista ficou simplesmente maravilhosa. Desejo muito sucesso ao Alan, tu és um talentoso autor da nossa querida literatura nacional. À todos um forte abraço!

    ResponderExcluir
  2. Luciano, o Alan é super, também adorei recebê-lo por aqui.

    ResponderExcluir
  3. Que bate papo interessante, penso que é muito bom poder conhecer mais uma ator da literatura nacional, ainda mais quando tem essa sensibilidade na escrita. Poder ler a entrevista e ganhar de brinde uma “Extraordinária Beleza” que é a poesia, não tem preço. Adorei!
    Um bom autor precisa ter esse olhar sobre as coisas, captar a vida de forma encantadora.
    Adorei a forma como a entrevista foi conduzida, parece estarmos em frente ao banquete, as perguntas e as respostas dada nos coloca na cena, pra ver o ao vivo da grandiosidade. Muito bom!

    O blog estar de parabéns, por nos apresentar uma pessoa humana e capaz de transcender na escrita.

    Prazer em conhecer, moço!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigado Geh, grato por tua palavras e carinho com os que por aqui chegam e ficam.

      Beijos.

      Excluir
  4. Olá pessoal! Uma boa tarde a todos!
    Espero que todos se encontrem bem.

    Antes de mais nada, gostaria de agradecer ao "Marcas" por todo o carinho,
    agradecer a todos que os segue.
    Um grande abraço a todos!

    Luciano, muito obrigado pelas palavras, desejo-lhe também muito sucesso, não só como escritor e blogueiro, mas sim, de uma maneira geral (em tudo que faças). Um forte abraço. Léo, mais uma vez te agradeço pelo carinho, atenção e apoio. Foi um prazer imenso participar, aqui no "Marcas". Geane, muito obrigado pelas palavras, fico contente que tenha gostado da entrevista. Um grande prazer em conhecê-la, rsrs. Um grande abraço!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Meu caro amigo, nós que agradecemos. A honra foi toda nossa. A interação com o público não foi alta mas a visualização foi efetiva, alcançamos um ótimo número. Muitos viram suas ideias e agora te conhecem melhor, assim como suas obras.

      Abracao, até logo.

      Excluir
:) :( ;) :D :-/ :P :-O X( :7 B-) :-S :(( :)) :| :-B ~X( L-) (:| =D7 @-) :-w 7:P \m/ :-q :-bd